Monday, February 27, 2006
Entrevista de rua
Entrevista 1
Nome: Pureza Maria Tavares
Localidade: Ribeirada
Idade: 44 anos
Sexo: Feminino
Profissão: Doméstica
Jovens Repórteres para o ambiente (JRA): Indique duas medidas que proporia para incentivar à plantação de plantas típicas de Sever em vez de eucaliptos.
Pureza Maria Tavares (PMT): Uma vez que o eucalipto está a prejudicar o meio ambiente devido à falta de água, as grandes alternativas são o castanheiro e o carvalho americano. Há também o pinheiro e o sobreiro que não são tão prejudicais. O ideal eram plantas que estivessem sempre verdes e que não largasse folha – plantão vivasse.
JRA: Considera a floresta de Sever desordenada? Diga duas razões que justifiquem a sua resposta.
PMT: Sim. Devido à sua falta de limpeza e aos seus fracos acessos…ABANDONO.
JRA: Refira duas medidas que tomaria, se fosse deputado, para combater a desorganização florestal.
PMT: Que a floresta seja mais vigiada; castigo aos que prejudicam (incendeiam); a floresta deverá ser protegida, mas não com as espécies animais que prejudiquem a agricultura (ex: Javalis).
Entrevista 2:
Nome: Benedito Arede Duarte
Localidade: Frágua
Idade: 43 anos
Sexo: Masculino
Profissão: Madeireiro
JRA: Indique duas medidas que proporia para incentivar à plantação de plantas típicas de Sever em vez de eucaliptos.
Benedito Arede (BA): Os eucaliptos são um tipo de árvore que exige muita água, sendo assim as pessoas deveriam plantar outro tipo de árvores propicias ao terreno. Se se plantasse outro tipo de árvores seria uma mais valia para o solo.
JRA: Considera a floresta de Sever desordenada? Diga duas razões que justifiquem a sua resposta.
BA: Sim. Os acessos são poucos e fracos, e em caso de incêndios florestais torna-se mais difícil o seu combate, e as distâncias entre as árvores não são as mais adequadas principalmente para o seu desenvolvimento.
JRA: Refira duas medidas que tomaria, se fosse deputado, para combater a desorganização florestal.
BA: As duas medidas que eu tomaria seriam: em primeiro lugar começar por limpar as florestas e depois melhorar os acessos às florestas.
Entrevista 3
Nome: Maria Adelaide da Fonseca
Localidade: Lourizela
Idade: 65 anos
Sexo: Feminino
Profissão: Reformada
JRA: Indique duas medidas que proporia para incentivar à plantação de plantas típicas de Sever em vez de eucaliptos.
Maria Adelaide Fonseca (MAF): O sobreiro e o carvalho porque o sobreiro dá-nos cortiça e o carvalho dá bolotas para os animais e o eucalipto só prejudica o meio ambiente.
JRA: Considera a floresta de Sever desordenada? Diga duas razões que justifiquem a sua resposta.
MAF: Sim. Uma delas é a plantação não alinhada e a outra é que estão vastas demais.
JRA: Refira duas medidas que tomaria, se fosse deputado, para combater a desorganização florestal.
MAF: Mandava as pessoas limpar as suas quintas e plantar as árvores alinhadas e a outra era que plantassem árvores típicas em vez eucaliptos e de modo a ficarem raras umas das outras.
Entrevista 4
Nome: Maria Helena de Pinho Correia Soares
Localidade: Dornelas
Idade: 37 anos
Sexo: Feminino
Profissão: Desempregada
JRA: Indique duas medidas que proporia para incentivar à plantação de plantas típicas de Sever em vez de eucaliptos.
Maria Helena Soares (MHS): Eu proporia que fossem criadas áreas propositadas à plantação de plantas regionais e que fosse também criado um número máximo de eucaliptos plantados de modo a que quem excedesse esse número pagaria uma multa.
JRA: Considera a floresta de Sever desordenada? Diga duas razões que justifiquem a sua resposta.
MHS: Sim. Não há preocupação mínima com a aparência da nossa floresta e há falta de limpeza.
JRA: Refira duas medidas que tomaria, se fosse deputado, para combater a desorganização florestal.
MHS: Quem não mantivesse limpa e organizada a sua floresta, pagaria multas e contratar pessoas especializadas para exercerem apenas a profissão de limpeza de florestas.
Jovens Repórteres para o Ambiente - 9ºD Alexandra Covelo, Ana Duarte, Flávia Oliveira, Letícia Mota, Marina Jesus, Sarah Coutinho
Entrevista 1
Nome: Pureza Maria Tavares
Localidade: Ribeirada
Idade: 44 anos
Sexo: Feminino
Profissão: Doméstica
Jovens Repórteres para o ambiente (JRA): Indique duas medidas que proporia para incentivar à plantação de plantas típicas de Sever em vez de eucaliptos.
Pureza Maria Tavares (PMT): Uma vez que o eucalipto está a prejudicar o meio ambiente devido à falta de água, as grandes alternativas são o castanheiro e o carvalho americano. Há também o pinheiro e o sobreiro que não são tão prejudicais. O ideal eram plantas que estivessem sempre verdes e que não largasse folha – plantão vivasse.
JRA: Considera a floresta de Sever desordenada? Diga duas razões que justifiquem a sua resposta.
PMT: Sim. Devido à sua falta de limpeza e aos seus fracos acessos…ABANDONO.
JRA: Refira duas medidas que tomaria, se fosse deputado, para combater a desorganização florestal.
PMT: Que a floresta seja mais vigiada; castigo aos que prejudicam (incendeiam); a floresta deverá ser protegida, mas não com as espécies animais que prejudiquem a agricultura (ex: Javalis).
Entrevista 2:
Nome: Benedito Arede Duarte
Localidade: Frágua
Idade: 43 anos
Sexo: Masculino
Profissão: Madeireiro
JRA: Indique duas medidas que proporia para incentivar à plantação de plantas típicas de Sever em vez de eucaliptos.
Benedito Arede (BA): Os eucaliptos são um tipo de árvore que exige muita água, sendo assim as pessoas deveriam plantar outro tipo de árvores propicias ao terreno. Se se plantasse outro tipo de árvores seria uma mais valia para o solo.
JRA: Considera a floresta de Sever desordenada? Diga duas razões que justifiquem a sua resposta.
BA: Sim. Os acessos são poucos e fracos, e em caso de incêndios florestais torna-se mais difícil o seu combate, e as distâncias entre as árvores não são as mais adequadas principalmente para o seu desenvolvimento.
JRA: Refira duas medidas que tomaria, se fosse deputado, para combater a desorganização florestal.
BA: As duas medidas que eu tomaria seriam: em primeiro lugar começar por limpar as florestas e depois melhorar os acessos às florestas.
Entrevista 3
Nome: Maria Adelaide da Fonseca
Localidade: Lourizela
Idade: 65 anos
Sexo: Feminino
Profissão: Reformada
JRA: Indique duas medidas que proporia para incentivar à plantação de plantas típicas de Sever em vez de eucaliptos.
Maria Adelaide Fonseca (MAF): O sobreiro e o carvalho porque o sobreiro dá-nos cortiça e o carvalho dá bolotas para os animais e o eucalipto só prejudica o meio ambiente.
JRA: Considera a floresta de Sever desordenada? Diga duas razões que justifiquem a sua resposta.
MAF: Sim. Uma delas é a plantação não alinhada e a outra é que estão vastas demais.
JRA: Refira duas medidas que tomaria, se fosse deputado, para combater a desorganização florestal.
MAF: Mandava as pessoas limpar as suas quintas e plantar as árvores alinhadas e a outra era que plantassem árvores típicas em vez eucaliptos e de modo a ficarem raras umas das outras.
Entrevista 4
Nome: Maria Helena de Pinho Correia Soares
Localidade: Dornelas
Idade: 37 anos
Sexo: Feminino
Profissão: Desempregada
JRA: Indique duas medidas que proporia para incentivar à plantação de plantas típicas de Sever em vez de eucaliptos.
Maria Helena Soares (MHS): Eu proporia que fossem criadas áreas propositadas à plantação de plantas regionais e que fosse também criado um número máximo de eucaliptos plantados de modo a que quem excedesse esse número pagaria uma multa.
JRA: Considera a floresta de Sever desordenada? Diga duas razões que justifiquem a sua resposta.
MHS: Sim. Não há preocupação mínima com a aparência da nossa floresta e há falta de limpeza.
JRA: Refira duas medidas que tomaria, se fosse deputado, para combater a desorganização florestal.
MHS: Quem não mantivesse limpa e organizada a sua floresta, pagaria multas e contratar pessoas especializadas para exercerem apenas a profissão de limpeza de florestas.
Jovens Repórteres para o Ambiente - 9ºD Alexandra Covelo, Ana Duarte, Flávia Oliveira, Letícia Mota, Marina Jesus, Sarah Coutinho
Wednesday, February 22, 2006

Jovens Repórteres visitam as minas do Braçal
Abandono da terra, abandono da memória
Nós somos um grupo de estudantes da Escola Secundária de Sever do Vouga, a quem no âmbito do projecto Jovens Repórteres para o Ambiente, dinamizado pelo nosso professor de Moral, foi dada a tarefa de fazer uma reportagem sobre um problema ambiental. Decidimos escolher o Braçal como local da nossa reportagem, uma vez que tomámos conhecimento de depósito de lixo nessa zona. Temos, então, por fim “denunciar” o acontecimento com o fim de melhorar o nosso concelho. Para fazer a reportagem, nada melhor que começar por visitar o local, e assim o fizemos.
A aventura começa na vila. Quando chegámos ao Braçal para fazer a reportagem, já éramos 7 jovens. Começámos por apreciar a paisagem e, obviamente, tirar algumas fotografias.
A estrada era em terra batida. Ao nosso redor o que mais se observava eram árvores. Era uma vista simples, mas bonita, transmitia tranquilidade. Ao longe, começámos a avistar uma chaminé e aproximámo-nos. Estava abandonada e em pleno estado de deterioração. A informação que obtivemos foi a de que aquela chaminé servia para expulsar o fumo das minas do Braçal.
«“Eureka!” Encontrámos uma lixeira.» – É óbvio que estas pessoas não conhecem o significado de caixote do lixo, nem mesmo Natureza, pois se assim fosse não lhe apresentávamos, a si, esta Reportagem.”
Continuámos caminho e um cheiro esquisito a óleo e um pequeno curso de água acompanhavam-nos ao longo da nossa jornada. A uns metros do Braçal, um ruído começava a impor-se nos nossos ouvidos. Ficámos ali, especados, enquanto o barulho se ouvia cada vez mais. Seguidamente, avistámos algumas motos 4x4 e dois ciclistas. O local era húmido e a presença de uma cascata era evidente.

Quando chegámos ao Braçal as nossas faces estavam espantadas. Era um local belo e romântico, perfeito para namorar, explorar e praticar desporto. Era bastante calmo e sereno, raramente se ouvia algum ruído surdo. Sentimos um pedacinho da nossa História. Enfim, um local a preservar!
A casa principal era a que estava em melhor estado. Era um belo edifício, embora estivesse também em degradação. Apenas uma pequena entrada permitia o acesso para o seu interior. O soalho, em madeira, estava coberto de velhos arquivos e papéis, já sem utilidade. Além da casa, os nossos olhos renderam-se, inevitavelmente, à beleza do jardim que a circundava. Adorámos estar lá!
Chegou a hora de voltarmos para casa. Além de transmitirmos a importância do Braçal, queremos relembrar o interesse da nossa reportagem: a poluição; e demonstrar a nossa tristeza e revolta quanto ao que vimos. Os pequenos amontoados de lixo e a lixeira principal foram os motivos da nossa insatisfação quanto ao tratamento que é dado à Natureza. Foi uma vista lamentável e desejamos que os principais responsáveis por tal acto negligente tomem as necessárias medidas para resolver a situação. Na actualidade, o problema de toda a Humanidade é a preservação do Ambiente e todos nós, enquanto seres humanos, devemos fazer por isso.
Claro que a nossa visita ao local não pôde ser só de trabalho, mas também de muita diversão e, por isso, quando chegou a hora de deixar aquele lugar, combinámos que um dia havíamos de lá voltar. Aconselhamos, também, a toda a gente a fazer o mesmo, pois foi, em outros tempos, local de trabalho de muitas pessoas e, além disso, é um sítio como há poucos na nossa região. Porque não conhecê-lo?

Esperamos que o principal objectivo da nossa reportagem seja atendido: a limpeza do Braçal e a preservação de toda a sua natureza, pois devemos defender o que de nosso é bom e ter em conta a importância histórica de um lugar como este para a nossa região.
Jovens repórteres para o ambiente (9ºC) – Augusto Cruz, Diogo Santos, Fábio Martins, Gustavo Amaral, Gustavo António, Hugo Graça, João Silva, João Bastos, João Moreira, Roberto Carlos, Joana Filipa, Joana Costa, Luciana Pereira, Margarida Raimundo, Tânia Martins